terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Espumante Rosé Rio Sol

Nada como um espumante rosé para os dias de calor, sol, piscina, e bate-papo com os amigos.
O Espumante Rio Sol Rosé é uma grata surpresa aos enólogos. Isso porque ele é produzido no nordeste do Brasil. Em Lagoa Grande, município a 60 km de Petrolina, em Pernambuco, a empresa portuguesa Dão Sul resolveu investir nesta vinícola, hoje com 200 hectares de plantação.
Premiado em 2010, no Concurso Internacional de Bruxelas, com a medalha Gran Ouro, o Espumante Rio Sol Rosé mostrou que o nordeste é capaz de produzir verdadeiras maravilhas.
Perfeito para acompanhar petiscos, hoje venho aqui trazer essa indicação que tem um custo-benefício maravilhoso. Você encontra esse espumante por aproximadamente R$25,00.

Descrição comercial: Sedutora cor avermelhada. Aromas agradáveis de morango e framboesa. Na boca é extremamente delicado e saboroso, com destaque para as notas frutadas de acerola e carambola e com ótimo fim de boca, sem nenhum amargor.

Produtor: ViniBrasil - Tipo: Espumantes - Região: Vale do São Francisco - País: Brasil - Uvas: 100% Syrah - Graduação Alcoólica: 12% - Temperatura: 6° a 8°C 

É, sem dúvida, uma ótima opção para quem quer curtir em alto estilo o carnaval e aproveitar o verão.

Saúde!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Pepino ao molho de iogurte e hortelã

Segunda-feira!
Mais uma opção de saladinha para desintoxicar das farras do final de semana.
Para que gosta de pepino essa é um prato cheio!
Eu adoro! E hoje resolvi trazer algumas curiosidades sobre ele aqui para vocês. Quem não curte, acho que até poderá mudar de idéia depois tantas informações interessantes!

O pepino é originário das regiões montanhosas da Índia e apropriado para o plantio em regiões tropicais temperadas. Tem sido cultivado desde a Antiguidade na Ásia, África e Europa. E para a América, que o trouxe foi Cristóvão Colombo. A espécie apresenta grande variação quanto a tamanho, forma, cor, sabor e características vegetativas. É utilizado normalmente cru em forma de salada ou picles. Também é usado cozido e recheado, em refogados, e em sopas quentes ou frias. Mas quando se submete a altas temperaturas, perde um pouco de suas propriedade nutritivas. Então, acho melhor saboreá-lo cru mesmo!
Dizem que pomada preparada com pepino, é muito boa para amaciar a pele e que se batermos no liquidificador com água e mel, temos um ótimo hidratante para as mãos ressecadas por detergente. Ele é extremamente benéfico ao sistema digestivo, especialmente por ser composto por rico em fibras e ter a maioria de sua composição (cerca de 95 %) de água. Outra ótima notícia é que possui baixo teor de calorias e contém pequenas quantidades de vitamina C e folato.  É um ótimo tônico para o fígado, rins e vesícula, e dá força aos cabelos e unhas, pelo seu alto teor de sílica e flúor. É um eficiente diurético natural e ajuda a controlar a alta pressão arterial, além de ser indicado para amenizar dores de garganta.  Rico em potássio, proporciona flexibilidade aos músculos e dá elasticidade às células que compõem a pele. Isso resulta em rejuvenescimento da epiderme, especialmente a do rosto.
É quase uma descoberta do tesouro? Baixo teor calórico, bom para pele, músculos, digestão...
Então o negócio é aproveitar esse alimento tão rico e deliciá-lo das mais diversas formas possíveis!
E hoje o que tenho aqui é uma maneira simples, light e gostosa de fazê-lo para acompanhar folhas verdes, especialmente a rúcula, que combina muito e carnes grelhadas. Por causa da hortelã que a receita traz, se torna uma salada, além de saborosa, muito refrescante.
Então vamos lá!
Corte 1 pepino em cubos, adicione 1/2 colher (das de sopa) de sal marinho ou normal, misture bem e deixe escorrendo em uma peneira por 30 minutos.
Agora vamos ao principal! Ao molho!
Misure com um fuet ou batedor manual 1/2 colher (das de sopa) de vinagre de vinho branco; 1 1/2 xícara de iogurte natural de consistência cremosa; 2 dentes de alho espremidos; 1 colher (das de sopa) de óleo de girassol; 1 1/2 colher (das de sopa) de azeite de oliva extravirgem; 1/4 de xícara de hortelã picada.
Assim que o pepino estiver pronto, junte o molho. Coloque em um vasilhame tampado na geladeira para resfriar.
Sirva com rúcula e carnes grelhadas. Sem dúvida será um sucesso bem refrescante!
Bon appétit!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Creme de morango

Que tal preparar uma sobremesa bem fresca para o final de semana?


O creme de morango pode ser servido em taças individuais que eu, pessoalmente, acho um charme, como também, em vasilhas grandes. A receita, como de costume, é muito fácil!
Para começar, pegue uma panela média e junte 600ml de leite, 3 gemas, 1 colher de sopa de maisena, 1/2 colher de sopa de baunilha e 1 lata de leite condensado. Como eu sempre digo aqui no blog, o leite condensado em lata é mais consistente que o de caixinha. Eu acho melhor, mas fica a critério de cada um a escolha...  Para fazer um creme com esses ingredientes, eu sugiro que utilize um fuet para misturá-lo, ou, caso não o tenha, dissolva a maisena no leite antes de levar tudo ao fogo.
Com todos ingredientes na panela, ligue o fogo e vá misturando até engrossar. Não demora muito. Após ferver, misture por mais um minuto. Não pode ficar grosso demais e empelotar!
Deixe esfriar e coloque na geladeira. Lave, pique e seque 2 caixas de morangos (para 8 taças). Quando digo secar, é colocar em papel toalha e depois deixar escorrendo em uma peneira. O morango, para essa receita, fica ideal quando seco. Se ficar molhado dará água no creme e fará desandar a sobremesa.
Com os morangos secos e o creme frio, comece montar as taças colocando: morangos ao fundo, 1 colher cheia (das de sopa) de creme por cima, mais 2 colheres (das de sopa) de chantilly e mais morangos ou um grande morango para enfeitar. Passe papel filme por cima, volte com as taças para a geladeira e deixe por lá pelo menos 2 horas para que fiquem geladas na hora de servir.

Bom, a experiência aqui em casa com meus convidados foi a seguinte: quem não é muito fã de doce, repetiu!
Bon appétit!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Vinho Tricyclo Cabernet Sauvignon - Merlot - Cabernet Franc

Uma deliciosa surpresa.
Essa é a melhor descrição que eu posso dar ao vinho Tricyclo Cabernet Sauvignon - Merlot - Cabernet Franc. Um chileno da região do Valle de Colchagua – Marchigüe.
Eu ganhei esse vinho do meu professor de ginástica no Natal, o Vitor. E quando digo que foi uma deliciosa surpresa, há dois motivos bem especiais. Em primeiro lugar, porque o sabor é simplesmente incrível! Em segundo, porque o meu professor, não por acaso, é ciclista. Como ele e a esposa, que também é muito querida por mim, sabem que adoro vinhos, ao procurar algum para me presentear encontraram essa verdadeira jóia que traduz grandes paixões dos três: o vinho para mim, e a bicicleta para eles.
O vinho é bem frutado, extremamente saboroso e agradou ao paladar de todos que estavam almoçando lá em casa. É, sem dúvida, mais um daqueles que irão para minha lista de favoritos!
Comercialmente as notas de degustação o descrevem da seguinte forma: No nariz apresenta-se complexo e atrativo, lembra framboesa madura e aromas de ameixa, com toques de menta típica da uva Cabernet Franc, além da baunilha. Na boca apresenta-se concentrado, maduro e com sabor persistente. Combina muito bem com massas. E combina mesmo! Porque o degustamos com aquele farfalle que postei há pouco.
Composto por 60% de Cabernet Sauvignon, 30% de Merlot e 10% de Cabernet Franc, com graduação Alcoólica de 13% vol., deve ser servido a uma temperatura de 16ºC a 18ºC.
Um vinho da Marca: Errazuriz Ovalle, 2007, premiado com Medalha de Prata – International Wine Challenge safra 2005 e Medalha de Ouro - Catador Hyatt – Wine Awards Chile 2006. Sem dúvida vale a pena experimentar e abastecer a adega. Porque é realmente muito bom!
Obrigada Vitor e Duda por proporcionar um sábado tão delicioso com esse vinho maravilhoso!
Adoro vocês!
Salud!



domingo, 29 de janeiro de 2012

Farfalle com cogumelos selvagens e limão siciliano

Há uns três anos resolvi fazer uma busca de receita para o verão. Ia receber uma amiga que mora fora e BH estava um calor de arder. Foi então que encontrei no blog Cozinha Fácil, essa massa maravilhosa!
No último sábado resolvi fazê-la novamente para queridíssimos amigos e foi um grande sucesso!
A receita que estou passando serve 6 pessoas.
Para começar limpe os cogumelos que serão utilizados na receita. Eu utilizei 1 badeja de shimeji branco, 1 de shimeji preto, 1 de shitake  e 1 de cogumelo paris fresco.
Para limpar esses cogumelos, descobri que é melhor descascá-los ao invés de ficar esfregando com buchinha ou escovinha debaixo da torneira. O paris, por exemplo, dá para retirar uma fina camada, como se fosse uma película.  
Ele fica branquinho e você retira aquela parte externa cheia de terra. Já o shitake, eu fui raspando delicadamente com uma faca bem afiada e também retirei uma fina camada deixando-o bem limpo. O shimeji basta lavar bem com água corrente e cortar descartando os talos. Aliás, importante descartar os talos deles. Nenhum se aproveita. Cogumelos limpos, agora basta picá-los em cubinhos.
Coloque a água da massa para ferver enquanto você prepara o resto do prato, com um fio de azeite e uma porção generosa de sal (eu costumo colocar 1 colher (das de sopa). 
Pique 1 cebola, também em cubinhos e 2 dentes de alho.
Em uma panela, coloque 150g de manteiga com sal e jogue a cebola e o alho. Adicione o suco de 2 limões siciliano. Quando levantar fervura, jogue os cogumelos e tempere com uma pitada de sal e outra de pimenta do reino. Acrescente o equivalente a 1 xícara (das de chá) de salsinha ou cebolinha (o que for de sua preferência. Eu usei cebolinha).  Mexa bem. Abaixe o fogo e mexa por alguns instantes. Veja se a água já ferveu para poder cozinhar a massa. A que usei demorava 12 minutos. É mais ou menos o tempo que demoramos nesse procedimento de cozinhar a cebola e os cogumelos.
Então é importante que você faça tudo no tempo certo para não ficar com os cogumelos prontos aguardando a massa.
Para servir, basta jogar esse molho ma-ra-vi-lho-so por cima do farfale.
A sensação gustativa desse prato é simplesmente divina. É refrescante! É inacreditável. Em pleno verão, você pode se deliciar com uma massa sem passar mal de calor!
Experimentem! Vocês vão amar!
Aqui em casa todo mundo repetiu!

Bon appétit!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Salada de milho com rúcula e tomate cereja

Como essa semana estou bem light, mais uma saladinha deliciosa vem aqui para meus queridos visitantes deste blog.
E, como de costume, um prato bem fácil e rápido. 
Começamos pelo molho que leva 1 1/2 colher (das de sopa) de vinagre balsâmico; 1 colher (das de sopa) de óleo de girassol; 1 colher de sopa de azeite extravirgem e 1/2 colher de sopa de sal marinho ou sal normal. Em uma vasilha grande junte todos os ingredientes mexendo bem com um batedor manual.
Para fazer a salada será preciso misturar 2 xícaras de milho fresco cozido e debulhado, ou a mesma quantidade de milho em lata; 1 xícara de pepino com casca cortado em cubos pequenos; 1 xícara de tomates cereja cortados ao meio; 1/3 de xícara de alfavaca (parece um manjericão grande) picada e 2 xícaras de rúcula cortada em tiras largas. Eu não achei a alfavaca, então usei o manjericão roxo. Também não cortei a rúcula toda, porque acho que as folhas grandes no prato ficam bem mais bonitas. Ficou ótimo!
Adicione o milho, o pepino e o tomate cereja ao molho mexendo com cuidado envolvendo por completo todos os ingredientes com o molho.
Na hora de servir junte a rúcula e a alfavaca.
É uma salada bem colorida e isso faz muita diferença quando estamos preparando uma refeição. Os pratos precisam ser atrativos aos olhos antes de agradar nosso paladar.
E essa é mais uma das saladas que eu indico sem erro! Saborosa e nutritiva, acompanha muito bem um frango grelhado.
Bon appétit!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Suflê de cottage



Em mais uma dessas minhas navegadas pela internet em busca de delícias lights encontrei no site da Revista Boa Forma o Suflê de cottage.
Confesso que inicialmente não coloquei muita fé na receita. Mas como ela se parece um pouco com as outras de suflê que já vi, resolvi experimentar...
O duro e decepcionante do suflê é vê-lo crescendo, lindo, maravilhoso no forno e que quando retiramos para servir ele murcha e a gente vai diminuindo juntinho dele...
Mas eu tenho uma boa notícia! Existe no mercado um produto que não deixa isso acontecer! Sim! Há uma esperança para conseguir levar o suflê bem fofo para a mesa e deixar seus convidados impressionados e babando! É o Cremor de Tártaro. Muito utilizado na fabricação de doces, mas também serve para levantar o seu suflê e deixá-lo lá em cima no tempo certo!
Bom... Mas o lado negativo do suflê também existe e é o fato de não ser possível deixar quase nada pronto com antecedência!
A mistura dos ingredientes tem que ser feita exatamente antes de ir ao forno.

Para fazer essa receita de hoje inicie acendendo o forno para que já fique quente na hora de colocar o suflê. 
Em uma panela, jogue 1 colher (das de sopa) de manteiga e vá dourando 2 colheres (das de sopa) de farinha. Vá juntando ao poucos. Depois, também aos poucos, junte 2 xícaras (das de chá) de leite, mexendo sem parar para não empelotar. Tempere com um pouco sal, experimente para ver se está no ponto e cozinhe por três minutos. Cuidado para não salgar demais porque após esses três minutos deve ser acrescida 1 xícara (das de chá) de queijo cottage e 1 colher (das de café) de pimenta dedo-de-moça picada bem pequena. Deixe essa mistura esfriar um pouco. Bata 2 claras em neve. Assim que elas estiverem bem firmes (daquela forma que quando colocamos de cabeça para baixo ela nem se move), junte-as delicadamente à mistura de queijo.

Você pode optar por assar em pequenas formas individuais ou em uma travessa refratária maior. Qualquer que seja a sua opção, será imprescindível que unte com manteiga antes de despejar a massa do suflê e levá-la ao forno preaquecido para assar por cerca de 30 minutos ou até dourar. 
Não abra o forno antes de ter absoluta certeza que já está bom (dourado). Caso contrário ele vai murchar! 
Mas se estiver lindo, pode retirar e servir imediatamente.
Outra boa notícia sobre essa receita: ela rende 4 porções. Se você utilizar todos os ingredientes na versão light, cada uma terá penas 98 calorias. Se usar na versão normal, ainda assim, serão apenas 144 calorias por porção!
Um boa dica para acompanhar esse suflê é aquele filet que fazemos em 15 minutos e que já postei aqui para vocês.
Bon appétit!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Kani com Arroz Selvagem

E dando continuidade à série de delícias que podemos degustar sem culpa, mais uma receita do livro Saladas.
As autoras do livros fizeram uma descrição tão perfeita deste prato, que nem tenho coragem de ousar contrariá-las com qualquer outro comentário!

"Quando comemos kani, lembramos de comida japonesa. Mas aqui apresentamos uma maneira diferente de saboreá-lo, Em contraste com outros legumes e ervas, temos uma salada muito rica em cores e texturas que variam do crocante dos legumes e do exótico do kani ao conforto do arroz. Acompanhada de folhas torna-se refeição completa". 


Pois então! Vamos ao que interessa. A forma de se fazer esse prato tão saboroso.
Em primeiro lugar fiz o arroz selvagem e o arroz normal, pois são um pouco mais demorados. Cerca de 45 minutos. Para quem nunca fez o arroz selvagem, lá vai a boa notícia: basta seguir timtim por timtim do modo de fazer do pacote que ele fica perfeito. Não há segredo algum!
O arroz branco, façam como o de costume. Vocês podem fazer o arroz de véspera se não tiverem tempo suficiente.
Para essa salada, vamos utilizar 125g de arroz branco cozinho e 50g de arroz selvagem cozido.
Escalde (jogue em água já fervente) 100g de couve-flor já cortada em pequenos ramos e deixe apenas 5 minutos. Retire e reserve. A receita ensina que faça o mesmo com 100g de cenoura cortada em finas tiras. Eu não escaldei a cenoura porque a prefiro crua. Acho que fica mais crocante. Mas fica a critério de vocês escolheren qual opção mais apetece. O mesmo para 100g de abobrinha fatiada em meia-lua. Eu piquei, na verdade por falta de atenção, a abobrinha em finas tiras e a utilizei crua também. Eu não sou muito fã de legumes escaldados.
Enquanto esses ingredientes esfriavam fiz o molho que elas ensinam no livro utilizando 1/3 de xícara (das de chá) de maionese, 1/3 de xícara (das de chá) de leite, 2 colheres (das de chá) de açúcar, 2 colheres (das de chá) de sal marinho (mas pode utilizar o normal que dá no mesmo), 1 colher de sopa de caldo de limão, 2 colheres (das de sopa) de picles de pepino doce (eu usei aquele que a gente compra junto com as bandejas de comida japonesa no supermercado!), 2 colheres (das de sopa) de cebolinha verde cortada em rodelinhas fina e elas ainda incluem na receita, mas que eu não usei, 1colher (das de sopa) de aneto picado miúdo (uma erva aromatizanda que, para falar verdade, nunca vi nos supermercados de BH), mas pode ser que eu também nunca tenha prestado muita atenção.) Para quem não tem frescuras, como eu, minha dica é, quando comprar o molho de salsinha e de cebolinha, já picá-lo inteiro e o restante que não utilizar, guardar no congelador. Isso quebra um galho danado na hora que estamos cozinhando e precisando do "cheiro verde" para finalizar os pratos.
Misture todos esses ingredientes do molho em uma vasilha com o fuet ou o seu batedor manual de costume.
Molho pronto e ingredientes frios, basta mistura-los bem. O livro diz que para a salada pegar mais o gosto do molho é interessante deixar descansar por 1 hora na geladeira antes de servir.
Eu não esperei, na verdade, até por falta de tempo, porque fiz na hora do almoço. E ficou ótimo!
No meu ponto de vista, é realmente um prato completo, com tudo que precisamos e muito saboroso!
Talvez seja interessante, para quem não curte muito o kani, trocá-lo por algum peixe cru. Não sei se ficaria tão bom, mas se alguém por aí experimentar, me conte aqui depois!
Bon appétit!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Gratidão

As vezes recebemos alguns emails que custamos abrir. Alguns até apagamos de nossas caixas de mensagem ser nem saber do que se trata.
Hoje eu não havia programado nada para o blog. Estou com uma pilha de trabalho na mesa para o final de semana e mesmo assim animada por poder produzir tanto!
Mas ao acordar, resolvi abrir um email que recebi de uma pessoa muito especial para mim.
Foram 9 minutos e 55 segundos de belíssimas imagens e uma mensagem realmente linda.
Para inspirar o sábado de vocês, sugiro que reservem esse pequeno tempo e aproveitem para receber esse presente que Louie Schwartzberg produziu para nós.
Bom dia!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Mousse de Manga

Nessas minhas pesquisas sobre sobremesa aprendi um pouco sobre mousses de frutas. Além de serem fáceis, rápidas e práticas para quem não possui muito tempo ou imaginação, são excelentes opções para essa nossa quente estação de verão.

Essa de manga que fiz há poucos dias ficou muito suave e refrescante. Ideal para um dia de alta temperatura!

A diferença dessa sobremesa para a de maracujá, que postei tempos atrás é apenas a adição de leite.

Para fazer essa receita, basta bater no liquidificador 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite e 1 medida desta mesma lata de leite. Pique 2 mangas (eu usei a tomy) e junte a essa mistura do liquificador. Bata mais um pouco até ficar homogêneo.


Coloque na geladeira da noite para o dia ou o contrário e, caso não tenha muito tempo, gele no freezer para ser mais célere o procedimento de firmar e dar mais consistência ao doce.

As medidas dessa receitas rendem muitas porções. Essa taça que servi é daquelas de champagne da década dos anos 20. Eu fiz seis delas e ainda guardei mais uma vasilha razoável na geladeira que, obviamente, depois tive que distribuir... Afinal, ia começar a semana da salada, e doces, mesmo sendo leves e de frutas são uma verdadeira tentação na geladeira!

Confesso que amo mousse maracujá, mas essa sobremesa com a manga venceu minha preferência pelo azedinho.

É daqueles doces leves que a gente quer repetir!

Eu recomendo muito para o verão!

Bon appétit!